O IRON, o ambicioso humanoide da XPeng, acaba de receber um curso intensivo sobre os limites do “espaço pessoal” durante sua última aparição pública. A desconfiança coletiva — alimentada pelo trauma de vermos humanos fantasiados de robôs em palcos alheios — atingiu um nível de paranoia tal que a empresa se viu obrigada a abrir as entranhas da máquina ao vivo para provar que ali não batia um coração humano, mas sim um emaranhado de cabos. Pelo visto, o novo Teste de Turing agora inclui uma revista tátil obrigatória de curiosos, todos muito interessados em verificar a procedência e a firmeza do… “hardware de silício” do bot.