Nada traduz melhor o zeitgeist de 2025 do que recorrer a um sistema de telepresença de alta fidelidade para ser esbofeteado, repetidamente, por um robô. A precisão percussiva e implacável do movimento é o testamento definitivo da sofisticação da tecnologia de mocap atual; já o ato, em si, serve como uma metáfora dolorosamente poética para este ano maldito de desastres tecnológicos que fizemos questão de infligir a nós próprios.