O futuro do entretenimento esportivo acaba de subir de nível com um “quebra-pau” robótico que atravessa oceanos. Dois humanoides Booster T1 subiram ao ringue para um duelo épico, operados remotamente por pilotos situados a mais de 15.000 km de distância — um em Singapura e outro em Nova York.
Embora esses pugilistas de metal ainda não tenham a esquiva e a ginga de um Floyd Mayweather (pelo menos por enquanto), a demonstração deixa claro que a robótica não serve apenas para otimizar linhas de montagem, mas também para conectar pessoas através da competição lúdica. Quem precisa de pay-per-view quando se tem o “bot-per-view”? É o conceito de “luta à distância” levado a um patamar completamente novo.